Como o fator humano afeta a segurança cibernética nas empresas?

Manter a segurança da informação nas organizações tem sido um desafio constante: seja por causa da criatividade dos cibercriminosos, seja pelas vulnerabilidades das empresas. Dentre elas, o fator humano acaba tendo um papel impactante.  

Por isso, no post de hoje vamos entender o que segurança cibernética e ver como o fator humano pode comprometê-la dentro das organizações.

 

Afinal, o que é segurança cibernética?

De acordo com o Departamento de Segurança da Informação, a segurança cibernética pode ser definida como “ações voltadas para a segurança de operações, de forma a garantir que os sistemas de informação sejam capazes de resistir a eventos no espaço cibernético capazes de comprometer a disponibilidade, a integridade, a confidencialidade e a autenticidade dos dados armazenados, processados ou transmitidos e dos serviços que esses sistemas ofereçam ou tornem acessíveis”.

E, neste contexto, é muito comum que os colaboradores dentro das organizações não entendam a real necessidade de levar os requisitos de segurança digital de forma mais rígida.

 

Quem não se lembra do rasomware WannaCry?

Em maio de 2017, de acordo com o Avast, mais de 230.000 PCs Windows foram infectados em mais 150 países em apenas um dia.

Dentre as vítimas,  estavam agências governamentais e hospitais, dentre outras organizações.

E por que o fator humano foi um fator decisivo? Dois meses depois que as vulnerabilidades foram divulgadas e corrigidas através de uma atualização da Microsoft, muitas empresas ainda não tinham realizado e, com isso, tornaram-se alvo fácil do ransomware.

Ou seja, por inúmeros fatores, os colaboradores acharam que não era tão importante fazer as atualizações no software.

 

Fator humano e a segurança cibernética

Como a evolução da tecnologia, as pessoas acabam representando o elo mais fraco na questão da segurança cibernética. Na prática, os criminosos buscam um ponto de entrada fraco para acessar os sistemas e, na maior parte das vezes, esse elo mais fraco acontece por mãos humanas.

Inclusive, segundo pesquisa realizada pela Kaspersky Lab e a B2B International, 52% das empresas acreditam que o risco vem de dentro. O que isso significa? As empresas pontuam que os colaboradores, seja intencionalmente, por descuido ou por falta de conscientização, estão colocando a organização em risco.

Por isso, quando o assunto é segurança cibernética, além de investimentos em tecnologias, é necessário levar em consideração o fator humano, seja através de campanhas de conscientização, treinamento ou uma governança mais assertiva.

Quer conhecer mais como minimizar o fator humano na cibersegurança da sua empresa? A Amicom oferece soluções personalizadas para a necessidade de cada negócio, independentemente do segmento ou do tamanho.

Temos soluções em segurança da informação, Gestão em TI , Consultoria LGPD e para os mais diversos setores.

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