
Quando pensamos na cultura de prevenção das empresas brasileiras, percebemos um grande gap quando o assunto é proteção de dados. Mesmo com a entrada em vigor da LGPD, é notório que muitas organizações insistem em uma política de resolução de problemas, o famoso “apagar incêndios”, apesar de percebermos, timidamente, um aumento de conscientização e algumas ações.
Para compreender mais sobre quadro geral, no post de hoje vamos ver quais são as principais medidas que as pequenas empresas têm adotado para investir na prevenção à fraude.
Prevenção à fraude: o que as empresas brasileiras têm adotado?
O Serasa Experian pontua que houve alguns números expressivos sobre as principais mudanças no comportamento dos consumidores e nas estratégias de negócios antes e depois da pandemia de Covid-19 no Brasil. Veja alguns insights da Pesquisa Global de Identidade e Fraude 2021:
- A intenção das empresas globais em aumentar os orçamentos de gestão de fraudes diminuiu.
- Porém, o Brasil foi o único país que aumentou o investimento em 11% entre junho de 2020 e janeiro de 2021;
- 38% das empresas brasileiras disseram que investir em métodos de prevenção à fraude como forma de melhoria de atendimento ao cliente digital é prioridade para 2021;
- 59% dos consumidores afirmaram que a segurança continua sendo a dimensão mais importante quando se trata de uma experiência online;
- No Brasil, assim como nos EUA, quase 40% das empresas relataram o aumento do suporte digital como sua preocupação número 1;
- As empresas brasileiras citaram o investimento em softwares de detecção de fraudes como uma de suas principais prioridades.
Principais motivações das empresas
O Portal da Revista Exame explica que um dos principais temas que estão ligados à segurança diz respeito às diretrizes da LGPD.
De acordo com Panorama da Conscientização Nacional sobre LGPD, o medo das multas (39,2%) e as exigências externas (32,5%) são os principais motivos que levam as empresas brasileiras a agirem com relação à lei.
Porém, há uma importante ressalva: mesmo com as organizações atendendo às diretrizes da LGPD, os usuários podem estar expostos, como nos casos de banco de dados hackeados ou vazados. Nesse sentido, fazem a diferença soluções de segurança que prezam pela privacidade de informações e perfis dos usuários.
Ou seja, cumprir as normas não é suficiente para salvaguardar a segurança e a privacidade dos usuários.
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