
Segundo informações da empresa Palo Alto Networks, no ano de 2019 os email representaram um prejuízo na casa dos U$ 26 Bi em termos globais, ficando assim a frente de Malwares muito conhecidos por nós como o Wannacry e o NotPetya, que geraram os prejuízos de U$ 4 Bi e U$ 10 Bi, respectivamente.
Ou seja, a pesquisa que foi feita em 177 países trás uma boa notícia para o Brasil, que ficou com números bem abaixo da média global em questões de ataques por hackers que utilizaram este meio para atacar empresas, com o total de 2,2 mil tentativas em 2019.
E em qual região esse erro se concentra mais?
A fraude que busca sobretudo e-mails corporativos, teve grande incidência na Nigéria, com mais de 500 novos a cada mês do ano de 2019.
BEC – Esta é a sigla em inglês para Comprometimento de Emails Corporativos, ou seja, que foi a forma de categorizar estes ataques que têm o phishing sua forma de ação principal, que é justamente o direcionamento em massa para usuários comuns. Então, a estratégia é fazer-se passar por alguém conhecido, como usuários avançados da área de Ti, diretores ou mesmo especialistas com o objetivos de conseguir credenciais de acesso a dados da empresa. Com posse desse acesso e dos dados, eles começam a extorquir os proprietários dos dados, como por exemplo ameaçando levar a público as informações.
Medidas necessárias
A empresa que realizou a pesquisa, entende esse tipo de ataque como um grande desafio para os especialistas em segurança da informação das empresas e afirma que ações no sentido de melhorar a infraestrutura e segurança são essenciais, mas deixa claro em seu relatório que a necessidade de conscientização das pessoas é uma das principais armas para a diminuição dos casos.
Abaixo, algumas das principais TAGS utilizadas pelos hackers:
@amicom_it
Rogerio.p@amicom.com.br
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