Como as pequenas empresas estão se adaptando para a retomada econômica para o pós-pandemia?

O ano de 2020 foi desafiador para todos. No caso das empresas, principalmente as pequenas, muitas tiveram que se reinventar do dia para a noite, adotando novas formas de vender para não fechar, por completo, as portas. A digitalização tornou-se essencial em um mundo de isolamento.

Para compreender mais sobre este tema, no post de hoje vamos entender quais são as principais ações que as pequenas empresas estão adotando para a retomada econômica neste pós-pandemia.

A necessidade de digitalização dos negócios: e suas vulnerabilidades

De acordo com a Associação Comercial e Industrial de Florianópolis (ACIF), já faz alguns meses que a retomada econômica vem acontecendo. Alguns segmentos já conseguiram iniciar esse processo e adotar novos meios de lidar com o seu cliente por meio de compra e atendimento online, entregas por delivery ou com a adequação ao trabalho remoto com seus colaboradores.

Para muitos especialistas, serão as inovações tecnológicas já disponíveis que irão transformar as empresas e o setor público.

 Preocupações com cibersegurança

O Infomoney explica que como uma das consequências da digitalização, o uso de dados se fez cada vez mais presente entre os negócios no Brasil – e saber como usá-los virou sinônimo de aumento de vendas, engajamento e retenção de clientes.

No entanto, como reforça a revista Exame, essa adaptação abriu oportunidades para criminosos virtuais entrarem em ação. Por exemplo, de acordo com a empresa de cibersegurança Axur, o número de casos de phishing cresceu 99,2% de 2019 para 2020.

Com isso, em 2020, o Brasil foi país com maior número de vazamentos de cartões de crédito e débito, acumulando 45,4% das credenciais expostas em todo o mundo, seguido de Estados Unidos (34,3%) e Japão (2,7%).

Mas será que as empresas levaram essas vulnerabilidades mais a sério? De acordo com o estudo Percepção do Risco Cibernético na América Latina em tempos de COVID-19, realizado pela Marsh e a Microsoft, houve os seguintes insights:

  • Apenas 16% das empresas entrevistadas aumentaram seu orçamento em segurança da informação e cibersegurança durante a pandemia.
  • 23% das organizações disseram que sua força de trabalho está usando, exclusivamente, equipamentos da empresa. Ou seja, que não há o uso de laptops, smartphones ou tablets pessoais para a execução do trabalho;
  • 30% das empresas questionadas afirmaram ter percebido um aumento nos ataques como resultado da pandemia.

Além disso, dentre as principais ameaças:

  • 25% consideraram que os ataques de engenharia social (phishing) e os ataques de malware são os que mais aumentaram;
  • 24% sinalizaram os ataques a aplicativos web.

Ou seja, apesar de uma maior percepção das empresas acerca dos riscos com a segurança da informação (além da entrada em vigor da LGPD), muitas não materializaram essa preocupação em maiores investimentos com a cibersegurança.

Vamos resolver isso hoje?

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