Pagamentos digitais e riscos de fraude: o que as empresas precisam saber?

Os pagamentos digitais vieram facilitar e agilizar os negócios, tanto do ponto de vista do consumidor quanto da empresa. Porém, com essa grande oportunidade, vieram também alguns riscos.

Para compreender mais sobre este tema, no post de hoje vamos entender o que são pagamentos digitais e como os riscos de fraude aumentaram nos últimos anos, principalmente com o início da pandemia. 

Mas o que são pagamentos digitais?

De acordo com o Sebrae, o pagamento digital é todo pagamento que é feito pela internet, por meio de uma transação bancária ou por cartões de crédito.

Este tipo de meio de pagamento permite ao cliente a comodidade de pagar pelo pedido independentemente de onde estiver. Além disso, do ponto de vista da empresa,  traz a segurança do recebimento. O pagamento pode se dar de diferentes formas, tais como:

  • boleto bancário;
  • transferência bancária;
  • cartão de débito ou crédito;
  • PIX.

Porém, da mesma forma que os meios de pagamento digital trouxeram agilidade e conforto para todos, também podem gerar riscos de fraudes. Vamos entender melhor?

Pagamentos digitais e riscos de fraude: o que é necessário saber

A Juniper Research, instituição de consultoria e análise global no setor de tecnologia móvel e digital, divulgou o relatório Online Payment Fraud Deep Dive Strategy & Competition.

Este relatório mostra que o aumento de pagamentos digitais durante a pandemia gerou grandes oportunidades para fraudes. Por exemplo, estima-se que houve perda de 27 bilhões de dólares por fraude em transações de comércio eletrônico em 2020 e prevê que o prejuízo chegará a mais de 52 bilhões de dólares em 2025.

Novos tipos de fraudes, como a fraude silenciosa e vulnerabilidades de cibersegurança têm contribuído para o aumento dos riscos de ataques.

Além disso, o uso de vários canais de ataque sustentados por elementos humanos significa que a detecção de fraudes não pode consistir em uma solução única para todos os negócios.

O Santander explica que a conveniência e a necessidade de um ecossistema seguro precisam coexistir. Avaliação de risco e proteção a longo prazo devem ser os alicerces sobre os quais as tecnologias financeiras são construídas. Conveniência é permitir transações com o clique de um botão, mas o que continuará conquistando a adesão dos consumidores é a segurança que protege esse clique.

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