
Muitas empresas encaram, de maneira errônea, os investimentos em segurança da informação como custos. Ou seja, algo que elas não percebem que gera valor para o negócio. E isso fica ainda mais evidente em seu momento de maior vulnerabilidade: quando a empresa sofre o sequestro de dados.
Para compreender mais sobre este tema, no post de hoje vamos entender o que é o sequestro de dados, ver como mitigar esse risco e conhecer um Plano B para esse problema.
Você sabe o que é sequestro de dados?
Os vírus de computador podem tirar o sono de muitos negócios. E um tipo de ataque, cada vez mais comum, é o sequestro de dados, também conhecido como ransomware.
O ransomware é um tipo de vírus usado por cibercriminosos para sequestrar dados. Uma de suas principais características é a discrição. Na maioria dos casos, o usuário não percebe a infecção até que o sistema se torne completamente inoperante.
Basicamente, o ransomware age da seguinte forma: quando executado, com ou sem a autorização do usuário, ele codifica todos os dados do computador.
Desta forma, para acessá-los novamente, é preciso uma senha que está em posse do indivíduo que controla o ransomware. Assim, o cibercriminoso cobra um valor para liberar os arquivos novamente (ou seja, um resgate).
Sequestro de dados no Brasil: alguns números
De acordo com um estudo, o Brasil é o país com maior porcentagem de ataques de sequestro de dados da América Latina.
Conheça alguns percentuais do número de ataques na América Latina:
- Brasil: 46,69%;
- México: 22,57%;
- Colômbia: 8,07%.
Ainda de acordo com esse estudo, no geral, mais de 1,3 milhões de ataques de ransomware acontecem anualmente na região, chegando a causar prejuízos em torno de US$ 700 mil por ataque.
O aumento do sequestro de dados em 2021
E isso se intensificou durante o primeiro semestre de 2021. De acordo com o Relatório da empresa de cibersegurança SonicWall, em todo o mundo foram detectadas 304,7 milhões de tentativas de sequestro de dados no período.
Para comparar, o valor foi maior que o total do ano de 2020 (304,6 milhões). Os números representam as tentativas de sequestro de dados.
Já em relação aos números mundiais, ainda de acordo com o levantamento o Brasil é o quinto maior alvo dos ataques de sequestro de dados, com mais de 9 milhões de tentativas. Os líderes são Estados Unidos, Reino Unido, Alemanha e África do Sul.
O aumento desse tipo de ataque está relacionado ao retorno financeiro que os hackers têm obtido. Assim, quanto mais empresas se veem forçadas a pagar os resgates, mais o vírus se dissemina (fonte: Portal Tecnologia IG).
E qual é o Plano B para o sequestro de dados?
Na verdade, o ideal é investir no Plano A, que envolve:
- Implementar uma política de segurança de dados;
- Manter os softwares atualizados;
- Investir em backup;
- Adotar a nuvem como ferramenta estratégica;
- Conscientização constante dos colaboradores;
Se o Plano A não foi implementado como política ativa de mitigação de riscos, então é importante ter um Plano B “na manga”. Ou seja, ter um Plano de Resposta ao Sequestro de Dados em vigor.
Esse Plano B ajuda a garantir a recuperação dos dados em relação ao ataque sem pagar o resgate. Se for esperado que a recuperação demore muito devido à falta de um plano, a organização pode optar por pagar o resgate para restaurar as operações, mesmo que os dados possam ser recuperados por outros meios.
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